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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Paisagem Sonora: visita ao Oi Futuro Ipanema

As duas turmas de Multimídia de 2º ano, 2001 e 2002, estão participando do projeto "Le Fresnoy e favelas cariocas", um grande evento que envolve a escola de arte contemporânea francesa, a Universidade Federal Fluminense, o Kabum! e o NAVE.

Um dos resultados do projeto é uma exposição que será inagurada dia 06 de agosto, no Oi Futuro de Ipanema. Toda a ambientação sonora da exposição está sendo criada pelas equipes de alunos de multimídia, que pesquisaram, trataram, captaram e editaram diversos sons de naturezas distintas para a composição de 10 paisagens sonoras, cuja mixagem será supervisionada pelo engenheiro de áudio Edwaldo Mayrinck, do CTAV.

Está dando um trabalhão, mas está ficando muito lindo. Hoje rolou uma visita técnica ao espaço de exposição com os coordenadores de equipe do NAVE, dois colaboradores do KABUM! e a cenógrafa da exposição, a Bete.

Momento histórico: integracão NAVE e KABUM!


A cenógrafa Bete explica aos meninos onde pensou em colocar os totens com fones para os visitantes.

Bianca argumenta que ficariam melhor em outro ponto. Um pequeno debate, várias idéias, sugestões, notas. Guilherme e Gabriel pegam a planta e ficam discutindo com Bete, chegam a uma nova conclusão. Querem disponibilizar vendas aos visitantes - "para permitir uma experiência sonora sem interferência da visão".
O grupo desce para conhecer o espaço do Kabum - "parece o NAVE"

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Afinal, o que é decupagem?

Decupagem (do francês découpage, derivado do verbo découper, recortar) significa, originalmente, o ato de recortar, ou cortar dando forma.
Em cinema e audiovisual, decupagem é o planejamento da filmagem, a divisão de uma cena em planos e a previsão de como estes planos vão se ligar uns aos outros através de cortes.

Da Wikipedia:
1 Decupagem como roteiro técnico
2 Decupagem como ordenação dos planos
3 Decupagem como forma do filme
4 Decupagem como listagem posterior (produção de vídeo)
5 Referências Bibliográficas


Decupagem como roteiro técnico
Segundo o "Dicionário teórico e crítico de cinema" de Jacques Aumont e Michel Marie, o termo decupagem começou a ser usado em cinema na década de 1910, com a padronização da realização dos filmes, e designava a princípio um instrumento de trabalho, o "roteiro decupado" ou "roteiro técnico", último estágio do planejamento do filme, em que todas as indicações técnicas (posição e movimento de câmara, lente a ser utilizada, personagens e partes do cenário que estão em quadro, etc.) eram colocadas no papel para organizar e facilitar o trabalho da equipe.

Em inglês, o roteiro decupado é chamado de shooting script; em espanhol, de guión técnico.

Decupagem como ordenação dos planos
A partir dos anos 1940, a palavra decupagem migra do campo da realização para o da crítica, passando a designar a estrutura do filme como conjunto ordenado de planos, tal como percebido pelo espectador atento.

É nesse sentido que André Bazin cria a noção de decupagem clássica, oposta à do cinema fundado na montagem, apresentando-a a princípio em uma série de artigos para a revista Cahiers du Cinéma (1951), mais tarde reunidos em sua obra "Qu'est-ce que le cinéma?" (1958).

Decupagem como forma do filme
A definição de decupagem é retrabalhada pela corrente neoformalista, especialmente por Noël Burch em seu livro "Práxis do cinema" (1969).

Considerando o filme como uma série de fatias de espaço (o enquadramento de cada plano, fixo ou em movimento) e de fatias de tempo (a duração de cada plano), Burch constrói um significado cumulativo para sua noção de decupagem: (a) a planificação por escrito de cada cena do filme, com indicações técnicas detalhadas; (b) o conjunto de escolhas feitas pelo realizador quando da filmagem, envolvendo planos e possíveis cortes; (c) "a feitura mais íntima da obra acabada, resultante da convergência de uma decupagem no espaço e de uma decupagem no tempo".

Ou seja: a decupagem de um filme, ou de cada cena de um filme, é um processo que começa na planificação, se concretiza na filmagem e assume sua forma definitiva na montagem.

Segundo Burch, nos anos 1950-1960, a noção de decupagem, com estes três sentidos sobrepostos, só existia em francês. O cineasta norte-americano, por exemplo, era obrigado a pensar em marcação (set-up) e montagem (cutting), como dois processos separados. "Se nunca lhe vem ao espírito que essas duas operações participam de um único e mesmo conceito, é talvez porque lhe falte uma palavra para o designar. E, se os progressos formais mais importantes dos últimos quinze anos foram executados na França, é talvez um pouco por uma questão de vocabulário."

Decupagem como listagem posterior (produção de vídeo)
O artigo ou secção Decupagem de fitas deverá ser fundido neste artigo ou secção.
Se não concorda, discuta sobre esta fusão na página de discussão deste artigo.

No Brasil, especialmente entre os profissionais de televisão, a palavra decupagem foi adotada com um significado diferente, na verdade oposto ao de qualquer planejamento de filmagem, uma vez que ele começa depois que a filmagem está concluída.


Referências Bibliográficas
AUMONT, Jacques e MARIE, Michel: "Dicionário teórico e crítico de cinema", Papirus Editora, Campinas, 2003.
BAZIN, André: "O Que é o cinema". Editora Brasiliense, São Paulo, 1991.
BURCH, Noël: "Práxis do cinema". Editora Perspectiva, São Paulo, 1969.
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Decupagem"

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Referências

Raphael de Lima hoje na aula da 2001 mostro este vídeo que tem tudo a ver com a nossa proposta de multiplicação de tempos.

Valeu!
http://www.youtube.com/watch?v=CzR_MlSk2_s

segunda-feira, 29 de março de 2010

Cindy Sherman, Untitled Film Still, no. 92, 1981


Por Larissa Abrahao

Mayla é uma menina que se assusta facilmente com qualquer coisa. Um dia ela estava andando pela sala em direção ao seu quarto, quando de repente houve um apagão e todo o seu bairro ficou às escuras.

Como ela tem esse problema de se assustar com tudo, ao apagar a luz ficou com muito medo, então foi desesperadamente para o quarto arranjar um lugar onde ela pudesse se sentir mais tranquila (debaixo do cobertor).

Quando ela estava indo para o quarto, tropeçou em uma mesa baixa (na altura da canela), e caiu. Então, estática de medo, não conseguiu nem sair do lugar, até que não demorando muito, acendeu uma luz na varanda do vizinho, onde esse foco de luz batia exatamente no seu rosto, e dava pra perceber o desespero e o medo que ela estava (sentindo) naquele momento, e ela só se acalmou alguns minutos depois da luz já ter restaurado.

domingo, 28 de março de 2010

Narrativa - Cindy Sherman




Bem-vinda a cidade grande (de novo)
Querido diário,
como o título diz acima, estou na cidade grande novamente. Como você já sabe, morei até os meus 10 anos aqui, mas minha mãe resolveu morar no interior.

Então como presente de aniversário, pedi a minha mãe para ir morar com minha tia na cidade grande. E agora estou aqui novamente depois de 10 anos para tentar "crescer" na vida.

A cidade mudou muito, quando digo muito é muito mesmo. Tudo bem que se passaram 10 anos desde que sai daqui para morar no interior, mas eu não consigo reconhecer mais nada daqui com a cidade que eu via em minhas lembranças de infância.
Minha tia e minha prima foram me buscar na rodoviária. Eu fiquei muito impressionada com tudo, por isso minha tia e minha prima riam muito de mim e das caras que eu fazia. Para elas era fácil rir de mim, porque elas viram a cidade se transformar e eu não. Enquanto nós andávamos pela cidade para eu tentar reconhecer algo e conhecer as coisas que eu nunca vi, minha prima tirou uma foto minha enquanto eu estava distraída. Ela disse que tinha que registrar aquele momento, enquanto tudo para mim era estranho, para depois quando eu ver a foto rir com ela.
Bem, é só isso por enquanto.
Kisses and bye.




Suzane Moura - Turma 2001

quinta-feira, 25 de março de 2010

Narrativa_Cindy Sherman

Júlia é uma estudante de 17 anos, muito inteligente, que estuda no melhor colégio da sua cidade. Ela sempre foi muito aplicada nos estudos, tirava excelentes notas, era a mais inteligente da classe. Por ser muito interessada em aprender, tinha vezes que passava horas depois do horário tirando dúvidas com os professores ou estudando na biblioteca.
Além de estudar, uma das coisas que ela mais gostava de fazer era andar de bicicleta. Por isso, ao invés de voltar para casa de ônibus como os outros alunos, ela preferia pedalar de volta para casa, pois achava muito mais saudável e também muito relaxante porque assim ela podia ir por um bosque que ela conhecia e que era muito bonito, onde havia um lago em que ela adorava sentar na beirada e por os pés na água e relaxar.
Um dia, Júlia estava estudando depois do horário na biblioteca, como de costume, e não percebeu o tempo passar. Já era tarde, havia anoitecido, então ela recolheu suas coisas, montou em sua bicicleta e partiu, pelo caminho do bosque como de costume. Mas já era noite e estava muito escuro, estava muito dificil de enxergar o caminho então de repente, Júlia não percebe o lago a sua frente e cai com bicicleta e tudo dentro dele. Como ela não sabe nadar entra em desespero e começa a se afogar, quando der epente um homem surge do nada, mergulha no lago e salva Júlia que já estava incosciente embaixo d' água. Quando ela acorda, toda assustada, se depara com aquele homem a sua frente e logo percebe que foi salva por ele e fica totalmente agradecida.

Nome: Alef Rodrigues
Turma: 2001


posted by nathany mello



Sara é uma menina muito estudiosa. Ama visitar a biblioteca em seus tempos livres e por lá passa horas lendo vários tipos de livros. Está na faculdade e faz letras, seu maior sonho é ser professora. Uma jovem muito simpática, amiga, sincera, alegre e muito tímida. Seus cabelos loiros até o ombro, sua pele branca levemente rosada na região da maçã do rosto e seus olhos azul céu demonstram toda sua meiguice e feminilidade.

Um belo dia Sara estava em sua amada biblioteca, tentando pegar um livro que estava na prateleira de cima, mas como era muito alto não estava alcançando. Quando de repente um rapaz alto, bonito e muito gentil veio por trás dela e a ajudou a pegar seu livro. Sara de início não sabia muito o que dizer, porque além de ter sido pega de surpresa ela nunca o havia visto antes. Então só disse obrigada. O belo rapaz, quando viu a reação de Sara, ficou meio envergonhado, mas logo se apresentou. Disse que seu nome era Michel e que era novo lá, acabara de se mudar para a cidade e fora transferido para aquela faculdade, mas seu curso era Educação física. E perguntou o nome de Sara e o curso dela.

Como um choque Sara ficou mais à vontade e falou seu nome e que fazia letras, mas era seu 1º semestre lá. Michel, embora tenha acabado de se mudar, já estava no 3º semestre. Logo os dois se tornaram grandes amigos, parecia que se conheciam há anos. Mas pelos olhos dos dois dá para perceber que não vai demorar muito para essa amizade se tornar um grande amor.

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